Não sei porquê eu tenho um blog. Ninguém lê; eu não gosto de falar sobre a minha vida assim, abertamente; não sei falar sobre minha vida com metáforas e analogias complexas para ninguém entender... e aí, comofas/
Hoje eu acordei com a cara inchada. Vou deixar no ar o porquê.
Enfim, esse final de semana fiz um curso, que conta como atividade complementar na faculdade, sobre como identificar a mentira. Achei foda e consegui me ver naquele meio. A única coisa que não foi legal foi a palestrante gritando :(
Mas o que eu achei mais foda foi como eu parei pra refletir no fim de semana. Na minha vida sem graça teve um drama; refleti sobre ele e sobre como eu me afastei dos meus amigos — ou como eles se afastaram de mim, que seja. Ontem à noite eu achei que não tinha com quem conversar, pois as pessoas em quem eu confiava estão ocupadas demais com os estudos (além do fato de que seria no mínimo estranho ligar pra alguma delas, depois de tanto tempo, pra falar sobre meus problemas). Hoje, no entanto, eu percebi que não é bem assim. Que embora meus antigos amigos estejam longe de mim, eu fiz novos, que eu já sei que eu vou poder contar (por pelo menos esses 5 anos — e espero que por mais, né) e que me apoiam com abraços, palavras carinhosas e compreensão.
Eu não poderia ter escolhido uma profissão nem uma universidade melhor. Obrigada, Destino, por não me trollar dessa vez. (isso não foi irônico)
domingo, 2 de outubro de 2011
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Nova fase, novos amigos
SPOILER ALERT: Este será um post deprê.
Ontem, ao entrar no Facebook, vejo que uma grande amiga de colégio postou uma foto com outros grandes amigos nossos de colégio. Eram 9 na foto. 8 amigos + namorado de uma. Não é que eles têm a obrigação de me chamar; mas a consideração é sempre bom ter, não é verdade? Até porque, quando eu combino alguma coisa, faço questão de olhar minha lista de amigos do FB para ter certeza de que não esqueci ninguém.
Ao que parece, eles não fazem o mesmo.
O engraçado é que sempre falam: "Carlinha, tô com saudades!", mas na hora de chamar para fazer alguma coisa, não chamam. Na hora de ligar, não ligam. Na hora de falar no msn ou no chat do FB, não falam.
E eu tô revoltada com isso mesmo! Se fosse ao contrário, ficariam reclamando.
Mas do que eu tô falando? Eu fui reclamar.
Na foto, eu comentei: "nem me chamaram =(" e sabe o que disseram? NADA. É isso aí. Não disseram absolutamente nada para mim. Ignoraram-me solenemente. Conversaram entre si sobre que saída maravilhosa foi. E não podem nem dar a desculpa de que não viram o comentário, porque é o primeiro.
Hoje é aniversário de um deles. Não dei parabéns. Ainda estou pensando se o darei. Porque é assim: adentraram a uma nova fase e mudaram completamente.
Ontem, ao entrar no Facebook, vejo que uma grande amiga de colégio postou uma foto com outros grandes amigos nossos de colégio. Eram 9 na foto. 8 amigos + namorado de uma. Não é que eles têm a obrigação de me chamar; mas a consideração é sempre bom ter, não é verdade? Até porque, quando eu combino alguma coisa, faço questão de olhar minha lista de amigos do FB para ter certeza de que não esqueci ninguém.
Ao que parece, eles não fazem o mesmo.
O engraçado é que sempre falam: "Carlinha, tô com saudades!", mas na hora de chamar para fazer alguma coisa, não chamam. Na hora de ligar, não ligam. Na hora de falar no msn ou no chat do FB, não falam.
E eu tô revoltada com isso mesmo! Se fosse ao contrário, ficariam reclamando.
Mas do que eu tô falando? Eu fui reclamar.
Na foto, eu comentei: "nem me chamaram =(" e sabe o que disseram? NADA. É isso aí. Não disseram absolutamente nada para mim. Ignoraram-me solenemente. Conversaram entre si sobre que saída maravilhosa foi. E não podem nem dar a desculpa de que não viram o comentário, porque é o primeiro.
Hoje é aniversário de um deles. Não dei parabéns. Ainda estou pensando se o darei. Porque é assim: adentraram a uma nova fase e mudaram completamente.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Início
Ok. Primeiro post. Não sei o que dizer.
Meu nome é Carla, tenho 18 anos e sou estudante. Adoro jogar Bejeweled no facebook, se meu orkut fosse algo físico, provavelmente estaria com teias de aranha, e, por outro lado, meu twitter seria bem limpinho. Sou uma pessoa revoltada e uma revolucionária de internet — às vezes dá preguiça até de pensar; às vezes até de falar "preguiça", então falo "pregui". Sou estranha e meio nerd. Adoro vídeos idiotas, tenho humor negro, adoro um barraco.
De tempos em tempos tenho crises existenciais. De vez em quando, daquelas BRABAS! Pergunto-me o meu propósito no mundo, se estou na universidade certa, no curso certo, se vou ter tempo para fazer um estágio enquanto estudo para a faculdade, se vou precisar me mudar por isso, se terei um emprego quando me formar, se ainda estarei com meu namorado. Enfim. Isso é só na TPM. Nada que um bom palavrão não resolva.
Não tenho a saúde perfeita; aliás, eu poderia ser a garota-propaganda dos problemas respiratórios.
Odeio pseudo-revolucionários. Acho o socialismo uma ilusão e marxista, um saco. E vai ser difícil mudar minha opinião. Gosto de Foucault e gosto de Freud. Quero que um dos meus filhos — caso tenha algum, e caso tenha mais de um — se chame Fred. Frederico vai ser só para dar bronca.
Moro na cidade mais linda do mundo — ok, não é a mais linda; mas com certeza é uma das. Não gosto que as pessoas falem mal dela nem do sotaque dos nativos.
Pois é. Não sei mais o que falar.
Meu nome é Carla, tenho 18 anos e sou estudante. Adoro jogar Bejeweled no facebook, se meu orkut fosse algo físico, provavelmente estaria com teias de aranha, e, por outro lado, meu twitter seria bem limpinho. Sou uma pessoa revoltada e uma revolucionária de internet — às vezes dá preguiça até de pensar; às vezes até de falar "preguiça", então falo "pregui". Sou estranha e meio nerd. Adoro vídeos idiotas, tenho humor negro, adoro um barraco.
De tempos em tempos tenho crises existenciais. De vez em quando, daquelas BRABAS! Pergunto-me o meu propósito no mundo, se estou na universidade certa, no curso certo, se vou ter tempo para fazer um estágio enquanto estudo para a faculdade, se vou precisar me mudar por isso, se terei um emprego quando me formar, se ainda estarei com meu namorado. Enfim. Isso é só na TPM. Nada que um bom palavrão não resolva.
Não tenho a saúde perfeita; aliás, eu poderia ser a garota-propaganda dos problemas respiratórios.
Odeio pseudo-revolucionários. Acho o socialismo uma ilusão e marxista, um saco. E vai ser difícil mudar minha opinião. Gosto de Foucault e gosto de Freud. Quero que um dos meus filhos — caso tenha algum, e caso tenha mais de um — se chame Fred. Frederico vai ser só para dar bronca.
Moro na cidade mais linda do mundo — ok, não é a mais linda; mas com certeza é uma das. Não gosto que as pessoas falem mal dela nem do sotaque dos nativos.
Pois é. Não sei mais o que falar.
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